domingo, 16 de junho de 2019

CERRO... CERR... CER...CE...C... FUUUU!

Cerro... Cerro... Cerr... Cer... Ce... C... Fuuuu!
Bolas que esta malta só vê subidas...
"Olha p'ra isto... só vejo cerros à minha volta!" - Engraçadinho! 
Quase que não tinha fôlego para dizer que ainda fomos fazer a subida morte... Nem para dizer, nem para a fazer.
Como a manhã estava encoberta e eu apareci (claro!) resolveram fazer umas "subidinhas".
Grande Camacho, sempre em altas! Com roda 29 então... Ui!
Para começar foi rumar ao Cerro do Guilhim. Mas se no início a coisa até ia a correr bem, após a primeira subida a sério, a coisa complicou-se para o meu lado.
Andei ali perto de chamar o Gregório... Até Bordeira não foi fácil... Valeu uma bela de uma Coca Cola que emborquei e a coisa lá animou.
É seguir o caminho, porque o BTT também é feito com paixão.
Andámos uns quilómetros lá pelo cimo dos cerros, mas foi coisa de pouca dura... Pois o nosso líder espiritual não pode ouvir nada e a mim ninguém me manda falar demais. Lembrei-me de falar na subida da morte e... pumbas, lá vai ele direitinho à dita cuja!
O Jorge a fazer corta mato... Ai se o PAN te descobre!
"É hoje que faço este gajo vomitar-se todo!", deve ter pensado o belo do carpinteiro das subidas. Mas a muito custo e mesmo com boa parte desmontado, lá se chegou ao cimo da magana.
Belos trilhos!
Lá apareceu a bela da descida até Estoi, bolas!
Chegados à aldeia fizemos um pitstop para cumprimentar o amigo Stefano, companheiro e amigo de pudaladas, na sua mercearia de produtos regionais Canastra. Quando forem para aquelas bandas parem lá que vão ser muito bem atendidos por este simpático e cortês amigalhaço.
É com certeza uma casa... algarvia.
Depois foi sempre a debitar pudaladas até Faro, rumo ao almoço, com direito a aperitivo na Conceição onde parámos para hidratar o físico com umas belas e frescas minis.
Foi mais um domingo, mais uma voltinha (38Km), curta mas sofrida, que me saiu das entranhas.
A tal da subida da morte... já na parte final.
Ahh... Estou aqui a pensar quando é que o Pascal terá a cervejinha artesanal de alfarroba bem fresquinha para provarmos... Foi uma oferta do amigo Stefano e da Canastra.
Não te esqueças disso ó Pascal, ah ah ah.
Depois da subida a benção da santinha!
Paragem para reabastecimento e hidratação.


segunda-feira, 10 de junho de 2019

10 DEJUNHO A 2

Hoje foi dia de voltinha higiénica aqui pelo quintal, depois de ontem não consegui ir pudalar também por força de uma furito na roda traseira.
Preferia no dia de hoje estar mais a norte do Alentejo, na minha Portalegre, onde se comemorou de forma oficial o Dia de Portugal. Não se pode ter tudo e por motivos de vária ordem tive me manter por cá.
Meu raio de sol
Aceitei o convite de uma miúda bué gira e que é só a melhor das companhias.
Fomos calmamente pudalando por aí e pondo a conversa em dia, que as circunstâncias da vida nem sempre permitem estes momentos a dois e que são, para mim, da maior importância.
Voo rasante
É sempre muito bom ir assim, descontraidamente, conversando com a minha filhota, só nós, com o vento a dar na cara, sentido os cheiros da natureza e partilhando pequenas coisas que nos vão escapando no dia a dia.
Contrastes
A volta foi curta que a piquena já há algum tempo que não pudavala e podia ser complicado no final.
Para além do horizonte
Foi curta, só até ao Ludo, mas não menos importante e interessante que tantas outras que faço com grupos maiores, de amigos e conhecidos.
Alguns flamingos nas salinas
Dessa forma ainda cheguei a tempo de ver o início das cerimónias oficiais do 10 de Junho na minha terra e de assistir ao soberbo discurso do presidente da comissão organizadora, o meu conterrâneo João Miguel Tavares. E que discurso! E como eu me revi nas palavras dele!
Os mais giros do pelotão

domingo, 26 de maio de 2019

ERA SABIDO!

Pelos caminhos de Portugal...
Era sabido e estava previsto que este amigo ao meter-se com outros galifões mais rodados levaria uma coça.
Lá ver se ainda arranjo energia para escrever aqui qualquer coisa... Também no final vim mais devagar para ver se sobrava alguma, eh eh eh.
O mestre a dar a táctica após o cafézinho... "Lá fazê-los sofrer!"
Apesar de ainda não andar muito rodado resolvi ir hoje pudalari com o grupinho do amigo Cesário. Esse nosso líder espiritual que nos leva por bons e maus caminhos (alguns com muita pedra e com subidas lixadas)...
Parece a subir, mas não é! Eu é que inclinei a máquina, eheh.
A verdade é que se verificaram duas coisas: que eu continuo a levar uns empenos e que o amigo Cesário continua imparável, pese embora a sua juventude. Quem me dera chegar aquela idade com a mesma pujança.
Pascal a liderar o grupo.
Como apareceram dois elementos menos experientes nestas andanças a voltinha até nem foi das mais complicadas, apesar de ainda termos andado a cheirar o sopé ao belo do Cerro de São Miguel... Mas o homem hoje estava um mãos largas e andámos basicamente em redor de Pechão.
Foi lá o primeiro pitstop para cafézinho e pastel de nata.
Ainda houve tempo para um furinho. Acontece!
O calor também se fez sentir e fui brindado com um bronze de ciclista com direito a escaldãozito num dos bracitos... Enfim, ossos do ofício. Tivesse aplicado protector!
Mudança de concelho.
O resto do grupo continuam uns belos rapazes, bem dispostos e sempre com vontade de pudalari... Especialmente quando estamos perto de algum local onde vem umas minis, eh eh eh.
Duro com o aço! 65 anos e dar luta aos mais jovens. Respect!
Hoje éramos uma meia dúzia de oito e conseguimos fazer, segundo rezam os conta-quilómetros mais afinados, cerca de 46km. Nada mau, principalmente para mim, que tenho pudalado pouco e já vinha no final com a pilha a dar as últimas.
Mas ainda cheguei com pica para dar cabo de uma dourada grelhada e uma vinhaça.
Siga! Para a semana há mais.
Chegada ao sprint.


domingo, 5 de maio de 2019

MAIS UMA!

Quase, quase... na praia
É isso, foi de facto mais uma voltinha (sozinho) para ir rolando, aqui pelos arredores e por isso não tenho assim muito para contar.
Depois de ontem ter ido rir um pouco a ver o pessoal da Rádio Comercial no Teatro das Figuras, na companhia de uma das melhores filhas do mundo (são duas... as minhas) hoje resolvi ir relaxar os "múscalos".

Uns belos trilhos por aí
O cafezinho foi no Atelier do Pão, acompanhado de uma bela de uma queijada.
A manhã estava assim com ar carregado, com cara de chuvinha, mas a coisa lá se levantou (falo do tempo, claro) e o solinho resolveu marcar presença para me acompanhar nas minhas divagações por esses trilhos fora.
Observatório do Ludo, lá no alto.
A maré está baixa, mas não há ameijoa nem berbigão.
Desta vez comecei mais pelo interior para depois fazer uma aproximação à costa. Pelo caminho ainda me cruzei com a Marcha da Ria Formosa, com gente em monte a dificultar o trânsito na parte final da "marginal" do Ludo.
A coisa rendeu quase 40km, mas com sabor a pouco, eh eh eh!
Hoje estavam brutos! Pareciam pássaros a sair do ninho.
Mais uma vítima abandonada na berma da estrada!
Bichos estranhos
Inovação no Algarve: Plantação de carros!

domingo, 21 de abril de 2019

LET'S LOOK AT THE TRAILS

Bora lá ver como "andem" os trilhos!
Isto não pode ser só Photoshop e fotografar e publicitar!
Bike reparada e é hora de ir testar a magana para castigar o corpo, como dizia o outro.
Nem por sombras! 
Lá está a malta a ler isto e a pensar: o gajo foi pudalar e nem disse nada! Pois... Tenham calma, eu sei que adoram a minha companhia, mas como eu ando folgado e vocês não, tive medo de não aguentarem o ritmo e fui sozinho.
Deixem-me cansar um bocadinho e já podemos pudalar juntos!
Nem sei para que lado me vire!
Fiz uma voltinha higiénica aqui pelo quintal para ver como param as modas.
Havia solinho, manhã de domingo de Páscoa bem agradável para respirar ar puro.
Pelo caminho pude constatar que, durante a minha ausência destas lides, algumas coisas se alteram e outras nem por isso.
Paisagens sempre agradáveis de ver.
Há que relevar a existência de alguma sinalética nova com indicações úteis para quem por ali anda, quer de bike, quer a pé.
Faz agora cerca de um ano que, numa destas voltinhas, verifiquei a existência de uma viatura estampada em pleno Parque Natural da Ria Formosa, dentro das salinas e junto ao caminho que dá acesso da Quinta do Eucalipto ao Monte do Ludo.
Foto tirada há um ano! Tudo na mesma, portanto!
Parece que ainda não houve uma alma caridosa que se dignasse remover dali aquele mamarracho. Lá continua a dita cuja plantada no mesmo local. Enfim!
Oh sweet, we are so in love!
Outra praga que anda agora na moda são as belas das trotinetes. Ainda não percebi a utilidade das mesmas e só deve ser um negócio rentável para quem as vendeu.
O que é certo é que se podem encontrar (abandonadas) por tudo quanto é sítio e até nos menos prováveis. Fica sempre bem na paisagem uma trotinete abandonada e caída!

Elas andem aí!
Next stop! Quem sabe na Saudita... no próximo Dakar!
Bem, agora que já botei aqui umas parvoíces vou ver do almocinho.
Isto de pudalar dá fome!
Sempre de Portalegre ao peito, do lado onde bate mais.


domingo, 29 de abril de 2018

O REENCONTRO

Ia eu todo lampeiro de bike a Olhão beber um cafézinho e voltar, quando encontro no caminho o amigo Jorge Tendeiro que me repescou para integrar o grupo dele e fazermos o passeio domingueiro juntos. E lá se deu o reencontro com esta malta e com alguns trilhos por onde já não passava há algum tempo.
Era o que eu precisava... de mais uns cavalos...
Não me atrevi a dizer nada antes porque ainda ando pouco rodado e não me apetecia levar um empeno, para além de ter saído tarde de casa (sem compromissos vai-se ficando mais um pouco na sorna).
Sem a presença dos dois líderes espirituais da malta, que é como quem diz os nossos GPS humanos Claúdio e Cesário, coube ao Paulo Jacinto orientar o percurso e os oito destemidos que alinharam. E pimbas, apanharam cá o gajo meio coxo e vá de apontarem azimutes para o Cerro de S. Miguel. Aprendem depressa com o velhote Cesário, estes maganos!
Descoberta a árvore que dá ciclistas
Ajuntamento feito no Teatro das Figuras, fomos pedalando até Estoi intercalando alcatrão com terra batida (e pedras soltas que as chuvadas não perdoaram).
Pit stop para café e pastel de nata... mas com azar. Pastéis era coisa que não abundavam por aquelas bandas. Marchou um salame, eh eh eh.
Sinalética interessante
Arrancou-se então rumo a Alcaria Cova com a ideia de se fazer a célebre subida dos leões, só para não facilitar. Aí é que foram elas... o piso está manhoso, cheio de pedras soltas e, como se não bastasse a condição física, surgiram problemas mecânicos, com a corrente a passar-se e a dificultar a coisa... Lá se fez aos bocados a pé, outros a pudalar...
Duas figuras icónicas nestas voltas: Camacho e Pascal
Até Faro foi rolar a um ritmo interessante.Depois de um borrifo de uma nuvem malandreca descemos em direcção a Estoi, tendo eu que fazer uma parte do trajecto por via alternativa por causa da mecânica e mesmo assim não foi fácil...
Toca a subir... o terreno estava agreste...
Hoje não fiz muitas fotos que estes gajos são daqueles que não param nem para mijar... (ups... para fazer xixi queria eu dizer)
Agora é ir com a bike ao doutor e reparar a bichinha
.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

DIA DE (DA) LIBERDADE

Depois de ausência forçada nas lides do pudalanço no domingo passado, por questões de preguiça, hoje voltei a pegar na bichinha e fiz mais uma consulta no psicólogo.
A liberdade tem vários sentidos.
A manhã estava espectacularmente bela e mesmo a pedir uma voltinha, ainda que aqui pelo quintal e sem companhia.
Não podia haver melhor maneira de comemorar a data que hoje se comemora do que sair por aí em liberdade por esses trilhos fora.
Uns pedalam... outros dão umas tacadas.
A liberdade de poder sentir o sol, os cheiros do campo, ouvir o chilrear das aves e respirar ar puro, tudo a rimar com Primavera.
Liberdade essa (a que se comemora) que me permite hoje poder estar aqui a escrever uma data de coisas parvas. Sem ela provavelmente haveriam limitações.
Ainda assim os greens estavam orvalhados
Sobre a voltinha não há muito para contar.
Quantos quilómetros fiz? E a que média? Sei lá eu! Tenho o zingarelho que mede essas coisas sem pilha e, como diz o ditado, o que conta é o tempo que se passa em cima dela.
Curvas perigosas...
Vá, mas pronto, como a malta gosta de saber estes pormenores, devem ter sido para aí uns 35km. A média é que não sei. Hoje nem minis... apenas águinha do camelback.
No comments...
A ver se para a próxima já me aventuro aí com uns maganos daqueles fortes e levo um valente empeno. Só para os ir empatar, eh eh eh.
Um vôo para reflectir ;)