MAGNÍFICOS CINCO E O CESÁRIO

Bem, a semana passa a correr e só hoje tive tempo para botar sentença sobre as voltinhas da semana passada. Há dias assim.
Vá lá que ainda consegui pudalar duas vezes, uma na quarta e outra no domingo. Mas bolas, já vai estando um friozito do cacete, tanto à noite, como de manhã.




Na quarta houve a habitual saga com a malta do Chaveca & Janeira e fomos ajudar a curar a gripalhada do amigo Coelho com um pudalanço para aquecer os múscalos, ali pelas bandas de Almancil, Cerro do Galo e Vale Formoso.




Isto sempre a evitar alguns lamaçais e poças de água da chuvada do fim dos dias anteriores, que já por aí proliferam em monte. Pelo caminho ainda houve direito a paragem forçada porque o amigo Camacho carrega forte na potência da E-Bike e consguiu partir a corrente. Ficou por se saber é qual o óleo vegetal que ele usa que cria erva no desviador...




Depois de uma descida radical até à zona do antigo matadouro, foi regressar a casa via Esteval, já a meter mecha para a desgustação do tal franganito assado da praxe. Mais uma magnífica noite atlântica!




No domigo estive quase para não pudalar por causa de outros compromissos, mas afinal sempre deu para ir fazer o gosto às pernocas. Lancei desafio à malta mas apenas o bom mestre Cesário e o Romão deram sinal de vida e lá combinei com eles às 8:30h ali na BP, à saída de Faro.




Chiça que estava um briol do camano e de casa até lá ainda deu para bater o dentinho. Não quis levar muita roupa, pois prometia uma bela manhã de sol e depois com o andamento ia aquecer também. Apareceram mais dois amigos do Cesário e lá fomos cinco e o mestre tratar de fazer uns trilhos que segundo o nosso guiador, foram a volta do outro fim de semana, ao contrário. Uma espécie de teste ao Alzheimer, segundo ele. Apenas para ver se se lembrava do caminho em sentido inverso, eh eh eh.




Mas um gajo não se pode meter com este jovem de 72 anitos, pois o rapazito ainda tem ali um ritmo de andamento que ajuda logo a aquecer o corpinho da malta. Bem mas eu já sei o que a casa gasta, já são muitos anos a seguir as pudaladas do mestre. E, por incrível que pareça, ele consegue sempre passar num trilho onde eu nunca tinha passado. Valhamadeus!




Uns não conhecia, outros nunca tinha feito em sentido inverso, como o que fizemos do lado de Moncarapacho até à Igreja de S. Sebastião dos Matinhos. Assim sempre deu para depois fazer a descida de alactrão a descer, passe a redundância. Normalmente é sempre a penar por ali acima.




A manhã estava fantástica para a prática da modalidade e ainda bem que saí de casa para aproveitar o tempo bom, o contacto com a natureza e a companhia destes amigos. Sempre fiquei a conhecer mais uns trechos novos.




No regresso fizemos um pit stop na Torre Natal e aviámos uma mini e uns tramoços, para ajudar na recuperação.

Continuem a pudalari!

Strava Quarta > https://strava.app.link/QRodus8aEYb
Strava Domingo > https://strava.app.link/BBGPT4bbEYb

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