VOLTINHA DOMINGUEIRA
Depois da habitual volta de quarta-feira, by night e da não menos habitual saga, era quase imperativo ir mexer os cranques no fim de semana.
Tenho andado com um raio de uma catarrice e na quarta-feira tinha ido pudalar só mesmo para limpar o filtro de particulas e ver se me livrar desta gosma. A coisa não melhorou e hoje foi também dentro do mesmo intuito. Durante a voltinha até foi tranquilo e não senti nada, mas depois voltou. Raispartam esta gaita!
Ao desafio para um pudalanço eco-soft respondeu o Romão e o Ricardo para se juntarem aqui ao je e irmos rolar um pouco. O Ricardo tinha de chegar cedo e eu também não podia vir muito tarde. Ele passou-me a batata quente de escolher o percurso e, tendo em conta os horários, resolvi meter ao barulho um percurso não muito longo.
Combinámos também sair cedo, às 7:30h. Quase foi preciso sair com luzes, pois a essa hora ainda estava escurinho, eh eh eh. Vimos o nascer do sol já no caminho. Fomos fazer um dos trilhos que aprendi com o mestre Cesário já que o Ricardo não conhecia e o Romão também se verificou que havia zonas onde nunca tinha passado. É sempre bom conseguir mostrar algo de novo aos amigos.
O percurso foi tranquilo, sem grandes subidas, mais rolante nuns estradões e também com uns veredos que dá sempre muito gozo fazer. Fomos em direcção à Torre Natal, depois Pechão (ainda o amigo Vladimiro dormia quando passámos pela casa dele) e depois de passarmos para norte da Via do Infante, fomos uns quilómetros ao longo da mesma.
Até quase Moncarapacho foi sempre a descer e andámos depois junto à variante que vem da A22 até à zona de Quelfes, onde fizemos mais uns veredos antes de atravessar a EN125, em Marim, para a zona da Praia dos Cavacos.
Depois já se sabe, foi meter pela ecovia em direcção a Olhão. Fomos ainda visitar as obras da nova zona ribeirinha de Olhão para virmos pelas salinas, apanhar de novo a ecovia. Atravessámos a EN125 na rotunda da Prémolde e viemos pelo Monte Amarelo. É uma forma de não vir pela EN125, com menos trânsito e dessa forma passa-se pelo Areal Gordo, que é um caminho mais tranquilo. Lá ver se agora o Sô Pina acaba o resto da ecovia até Faro.
Queríamos chegar cedo e chegámos. Tão cedo que até parecia mal irmos beber uma jola àquela hora. Galões e copinhos de leite também não apeteciam. Olha, fomos dar um giro pela Atalaia e atravessámos pelo meio da Feira de Santa Iria até à Doca de Faro. Viemos depois pelas traseiras da estação e rumámos a casa.
Uma bela voltinha, nas calmas, a curtir a bela manhã de sol e a por a conversa em dia. Já tentei várias vezes mostrar este itinerário ao grupo das quartas-feiras, mas têm oferecido resistência às minhas tentativas, ah ah ah. Nem sabem o que perdem porque suspeito que há ali trilhos onde nunca passaram.
Continue a pudalari!
Strava 4ª feira > https://strava.app.link/6Ev1ajdvBXb
Strava Domingo > https://strava.app.link/BnSuXgfvBXb
Strava Domingo > https://strava.app.link/BnSuXgfvBXb















