IR À MARAGOTA E VOLTAR
Tinha programado o despertador para as 6:30h, mas quando o gajo tocou mandei-o bugiar!
O corpo pediu para ficar mais um pouco na cama. Normalmente gosto de o contrariar mas desta vez fis-lhe a vontade e amochei mais um bocado.
Ainda a recuperar da desordem gástrica de sexta-feira em que me vi forçado a chamar o Gregório, estava com pouca genica. Alguma coisa que não me assentou bem. Vá lá que não houve grande complicação a nível intestinal senão, ou não ia mesmo pudalar ou podia dar caquinha, literalmente, eh eh eh.
Levantei-me quase às 9 da matina, comi qualquer coisa mais leve e equipei-me. Vamos ver o que isto vai dar, pensei! Cheguei à garagem e optei por ir fazer uma voltinha soft por estrada. Sozinho é sempre mais complicado mas por vezes até é bom irmos no nosso ritmo, sempre dá para apreciar o caminho e as vistas de outra forma. Também é bom estarmos só connosco mesmos e eu gosto de estar com pessoas inteligentes, ah ah ah.
Programei uma voltinha até ali para as bandas de Moncarapacho, via Quelfes e lá me pus ao caminho nesse sentido. Já na estrada de Quelfes dei-me conta de muito trânsito e quando há muito trânsito há anormalidade dos senhores condutores que vão em altas com medo de não chegarem a horas ao destino.
Todo este trânsito tinha a ver com um evento que não me ocorreu mas que vou passar a ter em conta nas programações dominicais: o famoso mercado mensal de Moncarapacho! Para a próxima já sei que tenho de ver para onde quero ir e verificar se no trajecto não há eventos similares. Sempre a aprender!
Fui depois fazer inversão de marcha à Maragota e aproveitei para ver uns pormenores de um trabalho, já que estava no mesmo caminho e fiz uma paragem nesse sentido, quando me cruzei com o amigo Rui Paulo Santos que andava a fazer forte treino de cadência por aquelas bandas. Esta malta de Olhão não brinca em serviço! Mas agradeço-lhe a preocupação de parar para verificar se estava tudo bem comigo e lá seguimos em sentidos opostos.
Com o aproximar das autárquicas têm surgido umas estraditas com piso novo, em zonas menos movimentadas e até dá gosto pudalar por lá. Foi o caso do troço que fiz da EN125 e que vai sair ao Poço da Areia, só que depois meti por outra estradita até cruzar de novo Moncarapacho, onde tentei beber um café numa pastelaria, mas depressa desisti. Duas funcionárias ao balcão que são é boas para ir buscar a morte, mas para quem não tem pressa de morrer, como dizia a minha mãezinha.
Fiz depois a estrada até Estoi, vim sair à Chaveca e Conceição, já com o estômago a pedir... uma canjinha. Ah pois, é que isto ainda não estava famoso!
E prontes, foi uma voltinha improvável mas que se fez bem, sem pressas e a aproveitar o fresquinho, já que o sol andava num belo bailarico com as nuvens.
Continuem a pudalari!
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