RAID A BOLIQUEIME

Hoje fomos pela fresquinha, ver dos trilhos, calcar terreno.
Apareci só eu e o Patrulha. O resto da malta deve ter ficado em palhinhas deitado.
Como dizia um amigo meu, quem está é que está, quem não está é que não está!



Pensei que o Manel ia fazer uma voltinha aqui na zona, das habituais, só que o homem pega na cartola e saca de uma volta que para mim foi inédita e muito boa.
Sugeriu ir até Boliqueime e quem sou eu par dizer que não? O chefe manda, bora lá ver o que sai daqui. Com um GPS humano deste calibre só pode sair coisa boa.



Arrancámos direito a Almancil e logo ali para a zona da Covata a minha roda traseira resolveu vazar. Lá tive de aplicar uma dose de espuma, enchi a roda e seguimos viagem. A roda do Manel também não estava famosa e teve de levar uma dose de ar.



Fomos seguindo viagem pelo Cerro do Galo, Vale d' Éguas, onde seguimos junto à linha de caminho de ferro até à Franqueada. Contornámos o Cerro da Cabeça e fomos ver dos depósitos da água de Vale Judeu, lá no alto.




Até ali conhecia os trilhos, mas depois o Manel meteu ao barulho uns que nunca tinha feito, bem fixes, até à Fonte de Boliqueime. Mais uma subidinha por caminhos já conhecidos até virarmos para o Cabeço da Águia. Não vimos águia nenhuma, mas subidas vimos com fartura.



Começámos a inverter para o lado de casa. Parámos na bomba da Tenoca, comprámos água fresquinha e seguimos junto à Via do Infante até à zona industrial de Loulé.



Já com o calor a apertar chegámos à Goncinha e mais uns trilhos fantásticos até ao Esteval. Viemos acabar no Pontense onde refrescámos a goela com umas jolas e uns tremocitos. Estava feita mais uma bela manhã de pudalanço, com trilhos fabulásticos e muito boa conversa.

Continuem a pudalari!

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