MANHÃ PORREIRA COM O CEGASA E O MARTELEIRA
O amigo Marteleira está de volta aos algarves e tem-lhe afinfado uns fortes pudalanços aqui pela zona. Já lhe tinha prometido que o levava a conhecer mais uns caminhos e desta vez a coisa deu-se.
O amigo Manel Cegasa como ouviu falar em volta soft resolveu juntar-se à malta e aproveitar a viagem para ir dar milho às galinhas. Fizemos uma ligeira alteração ao percurso e fomos tratar dos galináceos. Juntou-se o útil ao agradável.
Como eu sou da opinião que isto tem de dar para todos e a ideia é pudalar, curtir os caminhos e a companhia, arranjei um percurso eco soft para irmos rolando sem grandes stresses. Fomos pondo a conversa em dia e trilhando os caminhos, também é para isso que se podem aproveitar os pudalanços.
Depois de tratar da bicharada fomos ver de mais uns trilhos e passámos pelo célebre single track da vereda do tudo, que já não tem tubo. Quando estávamos a chegar à Quinta dos Poetas o São Pedro resolveu mandar uns borrifos, mas felizmente não passou disso.
Fizemos o trilho do javali e rumámos até junto da A22 mas desviei a volta um pouco para o lado de Alcaria para não termos de galgar um terreno que agora está lavrado, ali mesmo à beirinha da auto estrada, e retomámos o trilho mais à frente.
Embalámos descida abaixo até quase Moncarapacho mas fomos fazer umas veredas bem fantásticas, mas que estão um nadinha fechadas com vegetação, ali para as bandas de Quelfes até atravessar a EN125 em Marim.
Apanhámos a Ecovia na Praia dos Cavacos e toca a rolar até Olhão. O amigo Marteleira queria pagar um café ao pessoal e fizemos-lhe a vontade. Aproveitámos a proximidade e fomos ao restaurante do parque de campismo de Olhão visitar o amigo Brutão e beber o tal cafezinho.
Faltava o resto até Faro com passagem pelos mercados de Olhão. Bolas que aquilo estava ovado! Aos sábados, para não variar é assim. Foi pena, depois na passagem pelas salinas, não termos a maré cheia, assim não tem tanta piada, mas é o que se pode arranjar.
A ligação a Faro é sempre aquela complicação, a partir de Olhão. Nunca mais acabam o resto da Ecovia, mais o cacete. O Manel já não quis dar a volta pelo Monte Amarelo e lá tivemos de ir verificar se dava para passar até aos Salgados, depois do final do que existe de Ecovia. Por acaso agora até se consegue.
Foi mais uma manhã que apareceu fresquinha mas em que depois o solinho deu um ar da sua graça. Pudalámos, conversámos e apreciámos as vistas. Eu pelo menos, apreciei a voltinha e sempre deu para rolar em modo de estágio para a maluquice que aí vem. Espero que os meus parceiros de jornada também tenham apreciado.
Continuem a pudalari!
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